segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Bando de loucos...

Caímos para a segunda divisão. Perguntaram ao Presidente do Corínthians: E agora Presidente? Como vai ser? Ele respondeu: Vai ser lindo! Não vou dizer que concordo. Seria mentira. Mas entendo um pouco o que ele quer dizer quando vi esta torcida. Este vídeo faz qualquer corinthiano lembrar porque torcemos por este time... Certamente não é pelo seu modelo de organização ou pelos títulos conquistados. Alguém já disse que todo time tem uma torcida, mas, com o Corínthians é a torcida quem tem o time. Esta é a pura verdade. Somo mesmo um bando de loucos. E gritaremos até ficarmos roucos. Não importa aonde. O campeonato de 77 é um marco na história do clube. Não pela importância que o campeonato Paulista tem. E sim pelo que a torcida fez. Não importa. Vendo o vídeo desta torcida fico mais confortado. Viva a segunda divisão. Aqui tem um bando de louco... louco por ti Corínthians...

VEJA VÍDEO AO LADO - BANDO DE LOUCOS

sábado, 24 de novembro de 2007

A época da inocência



Quando foi tirada era apenas uma foto. Hoje, alguns anos depois, ela tem o poder de nos fazer recordar de muitas histórias. Algumas coisas acontecem em nossas vidas de maneira inusitada. São momentos simples, sem nenhuma importância aparente. A menos, é claro, para as pessoas que estavam lá e os vivenciaram. Na verdade não são pelos momentos e sim pelas pessoas. O momento se torna inesquecível. E todos que lá estiveram também. Inocentes, não temos a menor idéia que muito provavelmente jamais teremos a oportunidade de repetir tais momentos. Eles ficarão no passado. Imortalizados na fotografia.

No último feriado em novembro foi possível relembrar um pouco aquela época. É claro que será muito difícil reproduzir aquela foto novamente. Será muito difícil reunir todos novamente. Pelo menos para um momento de alegria. Tem sido assim nos últimos anos. Que pena.

Sentir o cheiro da serragem na oficina novamente é acreditar que o tempo não passou. Que eu estava entrando lá, sorrateiramente, atrás de alguma ferramenta e que há qualquer momento escutaria aqueles resmungos novamente. Ainda tento entrar por uma porta que não existe mais. O sino continua batendo. As pernas coçando. A porta da cozinha continua sempre aberta. E em cada cantinho aquele tempo está imortalizado. Parece que ainda posso ouvir o piano. Parece. O piano não toca mais.

Espero que seus novos donos também tenham o mesmo poder de unir as pessoas. Acho que ele não poderia estar em melhores mãos. Não são todos que possuem tal poder. Aquele sempre foi um lugar especial. E foi especial pelas pessoas que lá estiveram. Que ele continue assim. Com muitas pessoas por lá. Pessoas que um dia poderão olhar para uma fotografia antiga e acreditar que o lugar é realmente especial.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007