segunda-feira, 29 de março de 2010

Proposta Indecente...


Procuro esta cena há muito tempo. Talvez, há mais de um ano. Não conseguia encontrar da maneira que gostaria. Encontrei dublada em italiano e em espanhol. Não servia. Deveria ser perfeita. Talvez, esta seja a cena na qual demorarei mais. Me alongarei um pouco ao descrevê-la e explicar as razões de ela estar em minhas reminiscências.
O filme é Proposta Indecente. Assistimos a este filme, no cinema, por volta de 1993. Desde então, adotamos o diálogo que é reproduzido no final do filme em nossas vidas. Esta era a maneira que usávamos para dizer que nos amávamos. Não lembro um dia que ele não tenha acontecido. Era assim também que nossas brigas terminavam. Já fazia parte do nosso dia-a-dia. Assim como no filme, servia para nos lembrarmos que apesar de tudo o que passamos ou poderíamos passar, nosso amor era para sempre. Independentemente de tudo. A cena, para nós, tornou-se real. Era nossa. O filme, uma metáfora.
Para quem ainda não assistiu ao filme, aviso: a cena é o final do filme. No dia 10 de março, precisava ir embora. Foi assim que nos despedimos. Este foi nosso último diálogo. Nossas últimas palavras. É assim que o filme termina. Foi assim que terminamos.

video

8 comentários:

Fabio de Castro disse...

O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece,
não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais acaba
I Cor:13:4-8

Obrigado por compartilhar esse amor com a gente, beijo no coração
Fabio de Castro

Rose disse...

Deus, em sua grande sabedoria criou um genio (Emerson) mandou-o a terra, para trilhar esse caminho lhe emprestou uma musa (Sandra), meio atrapalhada, engraçada, mas acima de tudo..... sábia com as coisas da vida. Ela fez seu objetivo, inpirou, amou, auxiliou. Mas como tudo que é emprestado, teve que voltar ao Dono, porém como Êle não é egoista os uniu por um fio tênue chamado amor, e é por esse fio que um dia vcs vão se reencontrar, e espero estar por perto........ quero muito ve-los juntos novamente no infinito, ao lado de Deus.
Beijo enorme em seu coração gigante, força e luz para a sua vida e de seus filhos.
Tia Rose

tisiusapola disse...



Novamente, chorei, porque sabia do significado da cena, caracas eu sou cardiaco,rsrs, vc esta cada vez mais especial, mostrando o que é importante para todos.
A San esta vendo o quanto foi e sempre será importante na sua e nas nossas vidas.
Obrigado por ama-lá.
Bjs
Tisiu INCOR

Christiane disse...

FOREVER

pattyrochaz disse...

Mais uma vez surpreendente!! Você consegue sempre se superar e nos supreender.O amor de vocês é pra sempre! E minha admiração por VOCÊS será eterna!!
Amo!! Amo!! Amo!!

Meu tempo disse...

Teu pai disse:
Você herdou toda minha sensibilidade em assistir a um filme. Já escrevi certa vez: que um filme é uma coisa só entre o produtor, diretor, atores e espectadores. Uma transmissão de emoção, da idéia ao aplauso. Você consegue captar toda emoção que o diretor coloca em uma cena e ao transcrevê-la mostra claramente o que está falando seu coração e sua alma. A cena mostrada em vídeo é perfeita. É a renovação do amor no fim do dia.
Aproveito para mostrar-lhe um poema que li quando ainda era adolescente e que jamais esqueci. É uma eterna declaração de amor.

AMO-TE

Amo-te quanto em largo, alto e profundo
Minh'alma alcança quando, transportada,
sente, alongando os olhos deste mundo,
os fins do ser, a graça entresonhada.

Amo-te a cada dia, hora e segundo
A luz do sol, na noite sossegada
e é tão pura a paixão de que me inundo
Quanto o pudor dos que não pedem nada.

Amo-te com a dor, das velhas penas
com sorrisos, com lágrimas de prece,
e a fé de minha infância, ingênua e forte.

Amo-te até nas coisas mais pequenas,
por toda vida, e assim DEUS o quiser
Ainda mais te amarei depois da morte.

Meu tempo disse...

O Poema acima atribuido no Googl a Fernando Pessoa é uma ridícula exposição de um autor que jamais foi.
O poema é da inglesa Elizabeth Barret
Browning. A tradução para o português foi de Manuel Bandeira.
São pedaços de minha vida, não vou esquecer.
Papai

betinho disse...

Se era pra emocionar...conseguiu...
eu sei q lá de cima tem um anjo olhando por você...ou melhor por nós...