domingo, 21 de outubro de 2012

Como capturar porcos selvagens



A arte de agradar muitas vezes encobre a arte de enganar. 
(Textos Judaicos)

Você captura porcos selvagens encontrando um lugar adequado na floresta e colocando algum milho no chão. Os porcos vêm todos os dias comer o milho gratuitamente. Quando eles se acostumam a vir todos os dias, você coloca uma cerca em apenas um lado do lugar no qual eles se acostumaram a vir.
Quando eles se acostumam com a cerca, eles voltam a comer o milho e então, você coloca outro lado da cerca. Mais uma vez eles se acostumam e voltam a comer. Você continua desse jeito até colocar os quatro lados da cerca em volta deles com uma porta no último lado. Os porcos que já se acostumaram ao milho fácil e às cercas começam a vir sozinhos pela entrada. Você então fecha a porteira e captura o grupo todo.
Assim, em um segundo, os porcos perdem sua liberdade. Eles ficam correndo e dando voltas dentro da cerca, mas já foram pegos. Logo, voltam a comer o milho fácil e gratuito. Eles ficaram tão acostumados a ele que esqueceram como caçar na floresta por si próprios...

(Autor  desconhecido)

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

O troco




           O troco, 1999 (Payback). Refilmagem de À queima roupa, 1967 (Point Blank). A tradução do título para o português não traduz a ideia original. (Payback tem como significado, o tempo decorrido entre o investimento inicial e o momento no qual o lucro líquido acumulado se iguala ao valor desse investimento". O termo resume, na medida certa a trama do filme. Quem já assistiu entenderá exatamente.
         A cena reminiscente escolhida não tem nada de poética. Pelo menos, para a maioria. Mesmo assim, adoro a cena e todo o filme. Lucy Liu está perfeita!



video

domingo, 7 de outubro de 2012

Dom Quixote - Cervantes


"Ai! - respondeu Sancho Pança, chorando. - Não morra. Vossa Mercê, senhor meu amo, mas tome o meu conselho e viva muitos anos, porque a maior loucura que pode fazer um homem nesta vida é deixar-se morrer sem mais nem mais, sem ninguém nos matar, nem darem cabo de nós outras mãos que não sejam as da melancolia..." (em Dom Quixote)