segunda-feira, 27 de abril de 2009

O que dizer?


Faz tempo que não escrevo. Na verdade ando sem motivação para fazê-lo. A última vez foi para escrever sobre Ronaldo. Depois do jogo de hoje com o Santos e dos dois gols de Ronaldo, achei que devia escrever...
Mas, sinceramente, nem sei o que falar. Na verdade desde que chegou ao Corínthians já falaram de tudo. Primeiro que seria só marketing, depois que jogaria de vez em quando... bla bla bla bla! Nem sei o que falar... Vou para televisão que acho que está reprisando os gols...

quarta-feira, 11 de março de 2009

O clássico entrou para história


Ronaldo entrou em campo pela segunda vez. Em seu segundo jogo pelo Corinthians, mais uma vez justificou o apelido. Sim, mais uma vez, pois não foram poucas. O jogo contra o Palmeiras pareceu um roteiro de filme. Se fosse realmente um filme deveria ganhar um Oscar de melhor roteiro. Mas nada foi combinado. Talvez um dia quem não viu ao ouvir sobre o jogo achará exagero. Muitos afirmarão que estavam lá e foram testemunhas. Não sei o que o futuro reserva mas ninguém pode negar: Ronaldo é um fenômeno.
O gol nos acréscimos era o que poderia ter acontecido de melhor. Se a bola chutada no travessão poucos minutos antes tivesse entrado não teria sido tão espetacular. Até o alambrado entrou para história. Parece que foi batizado de alambrado fenomenal.
Não sei se ele realmente conseguirá entrar em forma ou não. Nem quero saber. Mas entre Ronaldo gordo, fora de forma e até mesmo jogando dentro de um bambolê dentro da área (nem precisa sair de dentro dele) sou mais o fenômeno do que Souza ou Otacílio Neto, voando fisicamente.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Por falar em crise...


Recebi o texto abaixo de um grande amigo, o Marcel. Somente um gênio como Einstein para nos mostrar o caminho...

Não pretendamos que as coisas mudem, se sempre fizermos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e Países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo - sem ficar superado. Quem atribui à crise os seus fracassos e as suas penúrias, não só violenta o seu próprio talento, como respeita mais os problemas do que as soluções. A verdadeira crise é a crise da incompetência! O inconveniente das pessoas e dos Países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios. Sem desafios, a vida é uma rotina; é uma lenta agonia. Sem crise, não há mérito; pois é na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela, é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro! Acabemos, de uma vez, com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la... (Texto de Albert Einstein)

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Histórias de infância...

A infância sempre nos trás recordações... Meu amigo José Ayrton, o amigão, escreveu em seu blog um texto realmente emocionante. Recomendo.

www.turmadoamigao.blogspot.com

Não deixe de ler...

As possibilidades do corpo


Tenho falado pouco sobre Educação Física. Talvez por ela estar tão presente em meu dia-a-dia. Escrevi este texto já têm uns dez anos. Estava guardado. Nem sei porque...

Historicamente, sempre fomos levados a nos enxergarmos de forma dicotômica, ou seja, separando-nos em duas partes: corpo e mente.
Somos corpo – e num sentido integral, sem dualismo. Através do corpo expressamos nossa cultura. Pelo corpo nos relacionamos e entramos em contato com o outro. Com o corpo nos diferenciamos. Cada vez mais evidencia-se a necessidade de valorizarmos nossa corporeidade. Esta valorização não deve ser compreendida somente no tangente aos aspectos biológicos e fisiológicos, mas também aos sociológicos, psicológicos e culturais.
Para Santin (apud Gallardo, 1998, p. 28) “O que revela a grandiosidade do corpo é percebê-lo como a própria existência do homem no mundo.(...)” Não devemos pensar em corpo como em uma máquina. O corpo-objeto. Pensemos de maneira a transcender esta visão arraigada de estigmas impostos por uma sociedade que por muitos anos valorizou somente os aspectos relacionados a mente. Pensemos no corpo-sujeito. Não devemos manifestar apenas os aspectos relacionados à saúde e à padrões estéticos, e sim em todas as possibilidades que nos são oferecidas através da nossa relação com o corpo no mundo.
Lanço um primeiro desafio: Paremos por um segundo e pensemos sobre estas diversas possibilidades. Quais são elas? Agora, faça a mesma coisa, mas utilizando o corpo para tentar encontrar as respostas. Experimente. Vivencie.
Em Imagens da educação no corpo, Soares (1998, p. 17), nos diz que “Os silêncios contidos nos gestos esboçam imagens que devem ser internalizadas em posições e comportamentos.” Do dicionário: Gesto - movimento corporal para se comunicar com outrem; mímica; Ação; Ato; Atitude. Através do corpo estamos em constante comunicação. Mas será que nos damos conta disto? Cada um de nós temos maneiras diferentes de nos expressarmos. A nossa linguagem corporal é intrínseca à nossa cultura e esta é adquirida através de vivências. Todos nós utilizamos desta linguagem a todo momento e dificilmente somos compreendidos. Ou pior, somos mal interpretados. Você já tentou interpretar a linguagem corporal a qual estamos em contato diariamente?
Lanço agora, um segundo desafio: Procure observar qual a linguagem falada pelas pessoas através do seu corpo. Fique atento nos locais mais diversos possíveis. Em casa, no trabalho, no metrô, na escola, etc... Não faça apenas uma vez. Torne esta prática um hábito.
É preciso conhecermos o nosso corpo. Mas, também é fundamental que nos percebemos enquanto corpo. É imprescindível que tomemos consciência do nosso corpo.



REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

Freire, J. B. (1994). Dimensões do corpo e da alma. In E. H. M. Dantas (Orgs.) Pensando o corpo e o movimento. (pp. 31 – 45) São Paulo: Shape.
Gallardo, J. S. P. (1998). A criança em movimento. São Paulo: FTD.
Soares, C. (1998). Imagens da educação no corpo. Campinas, SP: Autores Associados.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Há tempos...


"E há tempos
Nem os santos têm ao certo
A medida da maldade
E há tempos são os jovens
Que adoecem
E há tempos
O encanto está ausente
E há ferrugem nos sorrisos
Só o acaso estende os braços
A quem procura
Abrigo e proteção..."
(Renato Russo)

sábado, 8 de novembro de 2008

O que esperar?

Henry Miller escreveu que: “Nunca a condição da humanidade no seu conjunto foi tão ignóbil como hoje. Estamos todos ligados uns aos outros por uma igniminiosa relação de senhor e servo; todos presos no mesmo círculo vicioso entre julgar e ser julgado; todos empenhados em destruir-nos mutuamente quando não conseguimos impor a nossa vontade. Em vez de sentirmos respeito, tolerância, bondade e consideração, para já não falar em amor, uns pelos outros, olhamo-nos com medo, suspeita, ódio, inveja, rivalidade e malevolência. O nosso mundo assenta na falsidade. Seja qual for a direção em que nos aventuremos, a esfera de atividade humana em que nos embrenhemos, não encontramos senão enganos, fraudes, dissimulação e hipocrisia... O homem que confessa os seus pecados, os seus crimes ou os seus erros nunca é o mesmo que os cometeu.”
O texto, da obra "O Mundo do Sexo”, foi escrito em 1941. Dá para imaginar? Será que estamos mesmo evoluindo? Já se passaram setenta anos! Aposto que leu o texto acima e estava concordando que realmente hoje, a condição da humanidade se apresenta desta forma. Setenta anos! Não quero parecer pessimista. Juro que não era minha intenção. Mas, o que devemos esperar?