domingo, 17 de outubro de 2010

Trechos...


Henry Miller é meu escritor preferido. Reservarei então um espaço para seus textos. Desta maneira o amigo, leitor destas reminiscências, terá a oportunidade de conhecer um pouco do universo de Miller...
----------------------------

"Quando seu corpo seu modo de vida ou sua ausência de fé não está sendo condenada. Suas perspectivas são tão amplas, que não acaba dimensionando obstáculos, por virem, é como que na ausência de alguma dor, seja dimensionada a importância do sadio."

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Somos o que éramos...


"As ações mais decisivas de nossas vidas,
aquelas que mais provavelmente decidem todo o curso de nosso futuro,
na maioria das vezes, não são levadas em conta."
(André Gide)

É! Nada sabemos sobre o futuro. Nenhuma novidade nisso. Mas algumas coisas nós podemos imaginar. Ou melhor, podemos projetar. Claro; o mundo muda a cada segundo. Culturas desaparecem. O que era correto ontem pode não ser amanhã. Ninguém sabe. É o mundo que nós criamos. A verdade é: somos o que éramos. E continuaremos sendo sempre. Ou não? Não sei. Ninguém sabe.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Sou...


Uma aluna colocou esta frase em seu site de relacionamento. A frase, foi usada para descrevê-la. Também me identifiquei. Peço, então, licença à ela...

Bloco de texto
Sou lúcidamente insano, malucamente calmo.
Sou lágrima, sou sorriso.
Pureza e pecado.
Sou silêncio contido, palavras abstratas.
Sou eterno no amor e efêmero na mágoa.
Sou tudo ou nada!
(Daltri Barros)

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Quarenta...



"Eu não me importo com o que
os outros pensam sobre o que eu faço,
mas eu me importo muito com o que eu penso sobre o que eu faço.
Isso é caráter."
(Theodore Roosevelt)

Domingo teve aniversário. Quarenta anos. Falar de um cara tão especial não deveria ser difícil. Mas a verdade não é bem assim. Enumerar apenas suas qualidades seria demasiadamente simples. E ele não é uma pessoa simples. É único. Não conheço alguém como ele. Falo isso em todos os sentidos possíveis. É mesmo um ser humano único. Quem o conhece sabe e concordará comigo. Ele fez quarenta anos e, na maior parte deles, tive o privilégio de estar ao seu lado. Sim, um privilégio. Assim, fico a vontade para escrever de uma pessoa que conheço tão bem. Seria comum, tratando-se de um aniversário, desejar os parabéns. Não farei. Talvez não seja um bom momento para felicitações. Como disse, o conheço bem. Então agradecerei apenas. Um obrigado por sua amizade. Por estar sempre presente. Obrigado pela confiança. Obrigado simplesmente por ser quem é. Obrigado apenas.

Desculpem. Faltava a trilha sonora. Não poderia. Demorei para encontrar o nome correto da música. The sun always shines on tv.É a música que me lembro dele.

"Eu procurei dentro de mim mesmo
e não encontrei nada lá
para acalmar a pressão
da minha mente sempre aflita
Todos as minhas forças se foram
Eu temo os olhares solitários e enlouquecidos que
O espelho está me enviando estes dias..."

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Um domingo qualquer


“Eu olho para vocês, vejo esses rostos jovens, e penso...
puxa, eu cometi todos os erros de um homem da minha idade...
e, ultimamente, mal posso suportar minha cara no espelho.
Sabe, quando você envelhece, você perde as coisas. Isso faz parte da vida.
Mas, você só aprende isso quando começa a perder coisas.
Você descobre que a vida se joga aos poucos.”
(do filme Um domingo qualquer)

Um domingo qualquer é um filme sobre futebol americano. Já fizeram muitos. O meu preferido. O discurso de Al Pacino feito para o time nos faz pensar... Gosto de filmes assim. Assistam a cena Reflitam. Como ele diz no discurso: Meio passo antes, ou depois, você não consegue. Meio segundo antes, ou depois, você não agarra. As polegadas que precisamos estão ao nosso redor. Em cada minuto. Em cada segundo.



"Eu garanto: em qualquer luta, é o cara que
está disposto a morrer quem as ganha. Eu sei que, se eu
ainda tiver alguma vida... é porque ainda estou
disposto a lutar e morrer por ela.
Porque isso é que é viver!
(do filme Um domingo qualquer)


terça-feira, 5 de outubro de 2010

Parte 17 – Décimo sétimo contato



O que aconteceu com a beleza que eu tinha dentro de mim? Sim. Tudo é recordação. Ao escrever e lembrar o passado é difícil evitar. A cada dia, tudo é passado. A vida muda muito depressa. Não é necessário passar vários anos. Alguns dias são suficientes. Horas já seriam. Nada podemos fazer. Quase nada. Podemos nos agarrar com todas as forças ao que a vida nos está oferecendo. Podemos e devemos lutar. É preciso querer. Não deixar que a vida torne tudo passado. Algumas coisas nós não podemos controlar. Nossas decisões nos pertence. Não devemos fugir delas. Nunca é fácil. Não espere isso. Mas acredite, será ainda mais difícil olhar para trás e vermos medo. Simplesmente não tivemos coragem. Viver desta maneira é fácil. Viver nas sombras. Há uma frase que conhecerá logo. Não sei o autor. Mas garanto; jamais se esquecerá dela e das circunstâncias em que a conheceu. Acho até que já lha falei sobre ela. Não importa. Lembrarei novamente. “Os barcos estão seguros se permanecem no porto, mas não foram feitos para isso”. Às vezes não entendemos. A decisão de outros também pode nos afetar. São escolhas. Estas nós podemos controlar. São de nossa responsabilidade. As conseqüências também. Mesmo quando as escolhas são as erradas. Não saber as razões é muito dolorido. Sofremos. Nada podemos fazer.
Emerson; resolvi escrever-lhe por achar que tinha muito a lhe dizer sobre a vida. Você está hoje com catorze anos. Achei que 1986 seria a época ideal. Agora, descobri que não é bem assim. Parecia simples. Não é. Talvez o momento não seja o ideal. O meu momento. Parece até inacreditável. Perguntamos-nos por quê? Merecemos? Não importa. Tudo é aprendizado. Seguimos navegando. São nossas escolhas. Agarre-se ao que a vida lhe oferece.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Questão de querer...


"A vida não é uma vela curta para mim.
É um tipo de tocha esplêndida a qual estou segurado pelo momento, e quero fazer com que ela queime tão brilhantemente quanto possível antes de passá-la para as próximas gerações."
(George Bernard Shaw)