terça-feira, 31 de agosto de 2010

Reflita...


"A mudança mais significante na vida
de uma pessoa é uma mudança de atitude.
Atitudes corretas produzem ações corretas. "
(William J. Johnson)

Gostaria de ser, para meus filhos, um exemplo. Um modelo. Modelo de moral, de bondade, de ética, de caráter. Gostaria de ser um modelo de pai. Modelo de ser humano. Não sou. Claro que não. Como todos, tenho meus defeitos. Para ser um exemplo é preciso estar atento. É preciso cuidado. Os defeitos deveriam ser apenas defeitos. Nada mais do que isso. Lembro de falar com meu filho antes mesmo de ele nascer. De dizer que seria meu companheiro. Que gostaria que fosse um menino bonzinho. Continuarei falando com ele. De diversas maneiras. Tentando ser um exemplo para eles, serei um ser humano melhor. Não perfeito. Apenas melhor.



domingo, 29 de agosto de 2010

Só os loucos sabem - Charlie Brown Jr.


Algumas coisas não possuem explicação. Ou talvez tenham. Não importa. Talvez, sejam importantes apenas para nós. Então, não devemos tentar explicar. Não seria possível. Algumas coisas nos fazem bem. Muito bem. Pode ser qualquer coisa. Uma música, um filme, uma pessoa ou mesmo um chocolate. Simplesmente por que me faz bem. Sem muita explicação.

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"Eu segurei minhas lágrimas, pois não queria demonstrar a emoção
Já que estava ali só pra observar e aprender um pouco mais sobre a percepção
Eles dizem que é impossível encontrar o amor sem perder a razão
Mas pra quem tem pensamento forte o impossível é só questão de opinião
E disso os loucos sabem... Só os loucos sabem"




quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Décimo sexto contato


DESCULPE A DEMORA. AS VEZES AS COISAS NÃO SÃO TÃO SIMPLES. DEVE ESTAR ANSIOSO. APROVEITE.

Não há desculpas para a falta de atitude. Não há desculpas. Não espere. Não peça. Não diga. Melhor mudar de assunto. Vamos falar de música. Talvez você conheça algumas; ou muitas. Outras não. Lembrará quando ouvir. O que lhe escrevo a seguir são fragmentos de diversas músicas. Frases soltas. Novas e velhas. Um dia terão muito sentido. Um dia entenderá. E então, saberá que é eterno.
Quanto mais você vê menos você sabe. Agimos certo sem querer. Meu destino não é de ninguém. É parte ainda do que me faz forte. E eu desistiria da eternidade para te tocar. Mesmo que o mundo acabe, enfim. Eu quero alcançar e tocar na chama. Ninguém vê aonde chegamos. Vamos viver ao máximo. Você é o mais próximo do paraíso que jamais estarei. Eu sabia muito mais do que sei agora. Não pare de acreditar. Não temos passado, não vamos voltar atrás. Dentro de tudo que cabe em ti. Vamos muito mais longe e perder todo o controle. Pela longa estrada em frente. Esse é o nosso mundo. Se entregar é uma bobagem.
Se um dia eu pudesse ver meu passado inteiro... Eu quero sentir a luz do sol no meu rosto. E tudo que posso respirar é a sua vida. Durante a noite inteira. Simplesmente me abrace. Eu segurei minhas lágrimas, pois não queria demonstrar a emoção. Vocês se perdem no meio de tanto medo. Existe uma chance de eles conseguirem perceber. Sabendo que sentimos o mesmo sem precisar dizer. Eu vi você caminhar sem medo. Procurando suas sombras na noite. Nós fomos malhados e assoprados pelo vento. E eu não quero que o mundo me veja. Amantes, continuem no caminho em que estão. Acho que não sei quem sou. O que aconteceu com a beleza que eu tinha dentro de mim?

ATÉ A PRÓXIMA MEU AMIGO.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Palavra Cantada - Rato


Reticências. Três pontos. Do latim: reticere (calar alguma coisa). Indica pensamento ou idéia que ficou por terminar. Omissão de algo que podia ser escrito. Mas não foi. Reticências.

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"Rato meu querido rato
Eu que sou assim de fino trato
Pra selar esse contrato
O meu faro é tão certeiro
Com você vou ser feliz
Mesmo não sendo perfeita
Eu sou a ratinha eleita
Fico toda aqui sem jeito
esperando um grande queijo...
OPS!!!
esperando um grande beijo..."




"Ratinha dentuça
Que cavouca a parede que barra a brisa
Destrói a nuvem que cobre o luar
Declaro ser o seu mais lindo amante
E com você eu quero me casar
Fazer da natureza o nosso altar..."

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Trechos...


Henry Miller é meu escritor preferido. Reservarei então um espaço para seus textos. Desta maneira o amigo, leitor destas reminiscências, terá a oportunidade de conhecer um pouco do universo de Miller...

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"Em tempos pensei que tinha sido ferido como homem algum jamais o fora. Por sentir isso, jurei escrever este livro. Mas muito antes de começar a escrevê-lo a ferida cicatrizou. Como jurara cumprir a minha tarefa, reabri a horrível ferida. Deixem-me explicar por outras palavras. Talvez ao abrir a ferida, a minha própria ferida, tenha fechado outras feridas, feridas de outras pessoas. Morre qualquer coisa, floresce qualquer coisa. Sofrer na ignorância é horrível. Sofrer deliberadamente, para compreender a natureza do sofrimento e aboli-lo para sempre, é muito diferente. O Buda, como sabemos, teve toda a vida um pensamento fixo no espírito: eliminar o sofrimento humano.
Sofrer é desnecessário. Mas temos de sofrer para compreender que é assim.
Além disso, é só então que o verdadeiro significado do sofrimento humano se torna claro. No derradeiro momento desesperado - quando não podemos sofrer mais! - acontece qualquer coisa que tem a natureza de um milagre. A grande ferida aberta pela qual se escoava o sangue da vida fecha-se, o organismo desabrocha como uma rosa. Somos «livres», finalmente (...). Não são as lágrimas que mantêm viva a árvore da vida, mas sim o conhecimento de que a liberdade é real e eterna."

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Dublinenses...


A idéia veio de uma mania minha. Quem me conhece sabe que não apenas sou um leitor inveterado como também possuo muitos livros. Invariavelmente tenho como costume abrir um livro em uma página qualquer e ler o seu conteúdo. Não me pergunte a razão. Não existe nenhuma. Por motivos óbvios, adotarei sempre a página 72 de qualquer livro para transcrever seu conteúdo aqui no blog.. Talvez a idéia não seja das melhores, mas vamos ver para onde ela nos levará. Não escolherei o conteúdo. Pegarei um livro e abrirei na página 72. Simples assim. Vejamos o que acontece.

Do livro: Dublinenses de James Joyce

“(...) revoltava-se contra a sombria deselegância da rua Capel. Não havia dúvida: para vencer na vida é preciso audácia. Em Dublin nada se podia fazer. Ao atravessar a ponte Grattan, olhou para o rio, na direção das docas mais distantes, e sentiu pena dos casebres raquíticos. Pareciam um bando de mendigos amontoados nos barrancos do rio, com seus velhos capotes cobertos de poeiras e fuligem, como que entorpecidos pela visão do crepúsculo, aguardando o primeiro sopro da noite para levantarem-se, sacudirem o pó e partirem. Conseguiria expressar esta idéia num poema? Talvez Gallaher pudesse publicá-lo num jornal de Londres. Seria capaz de escrever alguma coisa original? Ainda não estava certo do que deseja expressar, mas a sensação de ter sido tocado por um momento poético despertou dentro dele uma tênue esperança. Intrepidamente, retomou seu caminho.” P. 72

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Highlander


Então toque minhas lágrimas com seus lábios
Toque meu mundo com a ponta dos seus dedos
E poderemos viver para sempre
Para sempre é nosso hoje
Quem quer viver para sempre?
Quem espera para sempre, afinal?

Highlander é um filme reminiscente. Está retido na memória. O filme é bom? Não sei. Acho que não. Mas... Who wants to live forever?